21 março 2018

Quarta Revolução Industrial: Inteligência Artificial (02)


A primeira revolução marcou a mudança da produção manual à mecanizada, e aconteceu entre 1760 e 1830. A segunda, por volta de 1850, trouxe a eletricidade e permitiu a manufatura em massa. E a terceira aconteceu em meados do século XX, com a chegada da eletrônica, da tecnologia da informação e das telecomunicações.

A quarta mudança, esta que está em curso, vai trazer mudanças tecnológicas ainda mais profundas do que a última e, dessa vez, vai automatizar completamente as fábricas. Uma mistura de ingredientes que hoje ainda são, para muitos de nós, citações futuristas: nanotecnologias, neurotecnologias, robôs, inteligência artificial, biotecnologia, sistemas de armazenamento de energia, drones e impressoras 3D.


Na Quarta Revolução Industrial, segundo um texto publicado no site do World Economic Forum, vai ser imprescindível que os países tenham estabilidade econômica, moeda estável, baixo desemprego e empregos de qualidade para poderem fazer parte do time.

A Inteligência Artificial, parte mais nobre da Quarta Revolução Industrial, “fará as tarefas mais repetitivas e aborrecidas, permitindo-nos passar mais tempo na resolução criativa de problemas e nas partes de nossos trabalhos que envolvem interações e relacionamentos humanos complexos”, diz um dos textos, de uma série, que apresentam o fenômeno no site do WEF.


Uma revolução industrial é caracterizada por mudanças abruptas e radicais, motivadas pela incorporação de tecnologias, tendo desdobramentos nos âmbitos econômico, social e político. Segundo teóricos, o mundo passa por uma transição de época e estaria no início da 4ª revolução industrial ou da chamada Indústria 4.0. O desenvolvimento e a incorporação de inovações tecnológicas vão mudar radicalmente o mundo como o conhecemos e moldar a industria dos próximos anos.









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